Pintura de Emília Matos e Silva (2017)
Três gerações da família iniciada com João da Cruz David e Silva e Emília Mattos e Silva na pintura, na música e na literatura e poesia.
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terça-feira, 2 de maio de 2017
domingo, 21 de agosto de 2011
Abstracção
Desenho a pastel de Emília Matos e Silva (1995).
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pintura de Emília Mattos e Silva
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Poente
Pintura de Emília Matos e Silva, Poente (2008).
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pintura de Emília Mattos e Silva
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Abstracto III
Pintura de Emília Matos e Silva, Sem título, 2008.
Óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Publicada originalmente em Constante Procura.
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pintura de Emília Mattos e Silva
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Pássaro de Fogo
Fui aluna do IADE, onde tive algumas aulas com o Professor Melo e Castro. Numa aula pediu-nos para fazermos pinturas em que nos concentrássemos apenas nas cores (não nas formas), tentando captar o que seriam para nós as cores da Primavera, do Verão, do Outono e do Inverno. Eu não consegui fuigir muito às formas...
Esta pintura pertencia ao conjunto de Verão. Teoricamente abstracta, as cores ganharam forma e eu própria, bem como as outras pessoas, vi aqui um «pássaro de fogo».
Acho que uma das razões porque deixei de cair o meu lado artístico é precisamente o facto de existir um lapso tão grande entre a minha imaginação e a minha mão direita, que por vezes parece que não quer obedecer. Em alguns casos, contudo, essa união é feliz.
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Pintura de Margarida Elias
quinta-feira, 30 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Adolescente
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Eu tinha quase tudo ...
Mas queria mais, ainda...
Eu tinha a esperança em flor
e tinha o coração cheio de amor,
mas queria mais, ainda...
Tinha nas mãos uma vontade imensa
de vencer ou morrer, vontade intensa,
mas queria mais, ainda...
Tinha o olhar dourado pela vida
e uma vontade de amar nunca sentida,
mas queria mais, ainda...
Eu tinha a luz do sol nos meus cabelos
e todos os dias, mesmo sem sol, eram belos
mas queria mais ainda...
Tinha no corpo todo o grito dum desejo
e ansiava morrer no meio de um beijo,
mas queria mais ainda...
Tinha os dias sem fim para pensar,
e não perdera noites a chorar,
mas queria mais, ainda...
Eu tinha quase tudo...
E hoje que não tenho quase nada,
vou como antes pela mesma estrada
e quero mais ainda...
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Poema de João Mattos e Silva (1968).
terça-feira, 1 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
Emília Matos e Silva
Em 1973 participei no XVIII Salão de Primavera da Junta de Turismo da Costa do Sol.
Participei na exposição colectiva A Árvore na SNBA em Março de 1979


Em 1987 participei na exposição do Ginásio Atlético Clube, na Baixa da Banheira.
Em Dezembro de 1988 realizei a minha segunda exposição individual na galeria Espaço do Pintor.


Em Fevereiro de 1990 expus as minhas pinturas no Bar Botequim da poetisa Natália Correia.

Participei no Salão Convívio da SNBA nos anos de 1993 e 1998.
Participei na exposição colectiva A Árvore na SNBA em Março de 1979


Em 1987 participei na exposição do Ginásio Atlético Clube, na Baixa da Banheira.
Em Dezembro de 1988 realizei a minha segunda exposição individual na galeria Espaço do Pintor.


Em Fevereiro de 1990 expus as minhas pinturas no Bar Botequim da poetisa Natália Correia.
Participei no Salão Convívio da SNBA nos anos de 1993 e 1998.
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