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terça-feira, 12 de junho de 2018

Caminhos

Pinturas de Emília Matos e Silva
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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Paisagem Rural

Fernanda Mattos e Silva, Sintra (1952)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Paisagem urbana

Desenho de Emília Matos e Silva (não datado)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Memórias de Sintra

Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra (óleo s/tela)

Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra II (2016, óleo s/telas)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Paisagem de Sintra

Alda Mattos e Silva, Sintra (Setembro de 1955)

segunda-feira, 9 de março de 2015

terça-feira, 3 de março de 2015

domingo, 26 de outubro de 2014

Paisagem

Emília Mattos, Paisagem

sábado, 11 de outubro de 2014

Vista de Sintra ?

Aguarela de Fernanda Matos e Silva, vista de Sintra (1981 ?)


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Paisagem

Fernanda Mattos e Silva, sem título (lápis sobre papel, 28/6/1961)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Miniatura

Pintura de Alda Mattos e Silva, para decorar uma casa de bonecas.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Canto para uma voz 2

Fui eu quem desceu à praia.
São de areia as minhas mãos
e são de mar os meus olhos.

(Vou pela vida cantando;
canto triste ou canto alegre
conforme chove ou faz vento)

Fui eu quem desceu ao vale.
São de pedras os meus olhos
e é transparente o olhar.

(Pelo mar vou navegando;
se há vento vou singrando
se não há fico a cismar)

Fui eu quem subiu à serra.
Os plátanos são meus desejos
e os matagais meus caminhos.

(Pelos montes vou consagrando;
tudo o que tenho e não tenho
seja feliz ou não seja).

Fui eu quem deixou a terra,
e pelo mar-oceano
deixou pedaços de olhar.

(Crescem urzes na planície,
sobem ciprestes nos vales
e eu canto triste ou alegre
conforme posso cantar.)
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Poema de João Mattos e Silva (1972).

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Alfama - Lisboa

Gravura de Margarida Elias (1987).
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Fiz esta gravura no âmbito de uma aula de 11.º ano, no Liceu Filipa de Lencastre. Fomos em visita de estudo a Alfama, onde tirámos apontamentos, os quais foram depois trabalhados na aula. Gostei da experiência, que nunca repeti, apesar do resultado ter ficado bastante naïf.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Tempo de guerra VII

...E o rio desfaz-se lento na planície...

Dançam os blufos.
Dançando, o palmeiral
contorece-se ao batuque que é de guerra.

A voz da noite vem
e banha-se de espanto.
(O pano azul, balanta, é o seu manto).
E vai - negra e azul - cobrindo a terra.
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Poema de João Mattos e Silva (1972).

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Retro Visor

Pintura de Emília Mattos e Silva.

«Quando tento olhar para o meu passado, com os olhos da alma e da memória, não vejo um filme mas sim imagens paradas que se sucedem como diapositivos. Momentos parados no tempo. Fotos congeladas em instantes precisos».
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Emília Mattos e Silva, 8 de Agosto de 2008.

sexta-feira, 5 de março de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Uma vista

 
Pintura de Emília Matos e Silva.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Alentejo


Pintura de Emília Mattos e Silva.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

As Ceifeiras


Fiz esta pintura a partir de uma conhecida obra de Millet. Faz parte de um trabalho que fiz no IADE, no primeiro ano. A ideia era copiar um quadro de três maneiras: manchas de cor (aqui reproduzido), a lápiz de cor e em quadrados de cor (como num mosaico). O objectivo era notar que, visto ao longe, não se distinguiam do original. Foi um dos meus melhores trabalhos e que gostei muito de fazer. Resultou muito bem e até tive uma proposta de compra, mas que não aceitei...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pintura de tese de Emília Matos e Silva


Pintura de Emília Mattos e Silva (tese de Licenciatura, 1973).
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«Este meu trabalho, cuja única fotografia que tenho é muito má, possivelmente foi destruído.
Porque era muito grande, tinha mais ou menos dois metros por três, quando me mudei para uma casa onde não tinha espaço para ele, desmanchei-o e enrolei a tela. Esteve anos na cave do prédio. Depois quando tive de mudar de novo, não tendo sequer uma cave para o guardar, ofereci-o em bastante mau estado de conservação a uma instituição.
Retratava o povo português vendo as suas esperanças e sonhos de melhoria de vida a desmoronarem, destruídas por uma bomba atómica. (...)
Pousou como modelo da figura humana, que nesta fotografia mal se percebe, um grande amigo meu (...)».
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Texto de Emília Mattos e Silva, in Constante Procura (10 de Abril de 2008).