

Emília Matos e Silva a iniciar uma pintura e a obra final (1999).
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Ver post de 19 de Abril de 2008.
Três gerações da família iniciada com João da Cruz David e Silva e Emília Mattos e Silva na pintura, na música e na literatura e poesia.





A minha tia Alda fazia muitas vezes este tipo de trabalhos, misturando pintura com tecido: recortava algumas zonas que deixavam transparecer o tecido, neste caso, o vermelho.Decidimos suspender temporariamente o nosso blog. As três gerações foram aqui representadas com as obras realizadas até agora. Voltaremos muita possivelmente um dia com novas obras poéticas, literárias ou pictóricas da terceira geração.
É possível que a quarta ou quinta geração se venha juntar ao blog que terá de mudar nome.

Os búzios saídos do mar, representam a minha natureza feminina, de mulher e de mãe.








No ano de 1998 participei com três pinturas numa exposição colectiva, na galeria Óptica do Conde de Redondo, intitulada "Real(idade) de uma convicção". Dois oleos s/ tela denominados "Futuro I" e "Futuro II" retratam os filhos mais velhos do Duque de Bragança.
O terceiro chama-se " Inês de Portugal". Neste, Inês aguarda ansiosa a chegado do seu amado. Na mão direita uma rosa vermelha que simboliza não só o fogo da sua paixão e o eterno amor que os unia, mas também o seu sangue derramado.
Dez anos depois de "Intemporal" - em 1986 - publiquei nas edições Silex um novo livro de poemas. Tinha o título de outro, do grande poeta José Régio, mas não tinha como não o ter. O mistério do cântico poético estava suspenso de uma visão diferente do mistério do caminho da vida que ia percorrendo e era uma manifestação de coragem "mostrar o que se achou no caminho - e nunca é fácil, nem alegre, nem irresponsável revelar o que se encontrou ou sonhou nas galerias da alma..."( Eugénio de Andrade - Poética).



