Três gerações da família iniciada com João da Cruz David e Silva e Emília Mattos e Silva na pintura, na música e na literatura e poesia.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Fotografia de Carnaval
Agora que o Carnaval se aproxima, aqui fica esta fotografia. Herdei-a da minha avó, que me disse quem eram, mas não me recordo. Seria o tio Rui e a Tia Lídia?... Se alguém souber e me quiser dizer, é bem vindo.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Fotografia de 1906
Esta fotografia do estúdio de Júlio Novais, retrata Mário, Ema, Fernanda e Alda Mattos e Silva. Data de Março de 1906.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Rui Matos e Silva vestido de Arlequim
Fotografia de 1906
Postal de 1906 com uma fotografia de João da Cruz David e Silva, Emília Mattos Silva e Ema Mattos e Silva. No verso, Emília de Mattos escreve a sua madrinha dando notícias.
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sábado, 11 de julho de 2009
Paris 1900

O meu bisavô, João da Cruz David e Silva, participou na Exposição Universal de Paris de 1900, evento importante que marcou a passagem do século XIX para o século XX.A entrada em 1900 foi celebrada com a grande Exposição Universal de Paris, na qual Portugal participou, sendo o pavilhão português da autoria do arquitecto Ventura Terra. A Exposição decorreu entre 14 de Abril e 12 de Novembro de 1900 e o pavilhão de Portugal abriu no dia 26 de Maio.
---Exposição de Paris (1900).
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João da Cruz David e Silva
sábado, 4 de julho de 2009
Círculos

Fotografia de família (c. 1971), onde se pode ver João Mattos e Silva, Alda Mattos e Silva e Emília Mattos e Silva.
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Em círculos concêntricos secantes
se lança se relança se ultrapassa
em dança e contradança que não cessa
este estar vivo assim que a morte
espreita este estar morto assim
que a vida passa em círculos
e espirais concêntricos excêntricos
deixando do que foi memória escassa.
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Poema de João Mattos e Silva (1987).
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Emília Matos e Silva a pintar


Emília Matos e Silva a iniciar uma pintura e a obra final (1999).
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Ver post de 19 de Abril de 2008.
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pintura de Emília Mattos e Silva
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Cântico Suspenso
Dez anos depois de "Intemporal" - em 1986 - publiquei nas edições Silex um novo livro de poemas. Tinha o título de outro, do grande poeta José Régio, mas não tinha como não o ter. O mistério do cântico poético estava suspenso de uma visão diferente do mistério do caminho da vida que ia percorrendo e era uma manifestação de coragem "mostrar o que se achou no caminho - e nunca é fácil, nem alegre, nem irresponsável revelar o que se encontrou ou sonhou nas galerias da alma..."( Eugénio de Andrade - Poética).Inscrição
Mortais é o que somos.
E deuses já não fomos?
"Uma descoberta este Cântico Suspenso! Pois 'eram dunas o deserto do teu peito:nelas de amor imprimi os meus dedos'. Ainda 'No meu corpo o teu corpo em vão procuro/ como em mim não encontro/outra nascente' Uma poesia calma, resguardada, simples, sem palavras últimas. Palavras que se vestem ao nosso olhar". Cecília Barreira
Mitos
Lagos
Dali partiu Sebastião. Lagos
serenos de infinito em seu olhar
partiram. E sonhos não sonhados.
Ali do norte ventos aportados
dormem no areal: esperando o mar.
E partem algum dia. Mas viver
é ir morrendo assim mas devagar.
Rituais
Nocturnos
1.
Vespertina ternura
a dos amantes
que na manhã renascem
separados
nos olhos nas palavras
nos desejos
aos versos do poeta
apenas confinados.
2.
Eram do poeta os versos
surpreendidos
pelo sorriso na manhã
nascente
no mistério do verbo
desvendado.
Apócrifas apenas
as palavras
que dizem do silêncio
resguardado.
"Este seu belíssimo, belíssimo, Cântico Suspenso é desses livros que chegam, e bem poucos são eles, para se demorarem em nossas mãos. Creio pois que não poderá reivindicá~lo só para si, tão de encontro se faz de um poeta com a imagem reflectida de todos nós". Mário Cláudio
Celebrações
Caminhos
Tormentosos caminhos penso
e vou.
Nos desvios se me perco
retrocedo:
assim partindo sempre
nunca chego.
Fico mas não estou.
sábado, 8 de março de 2008

Disse-me a Mãe que, quando era bebé, adorava ouvir música, à qual ficava muito atento em silêncio e adormecia tranquilamente ao som do rádio, acordando imediatamente se a música se calava. Nunca consegui perceber o fascínio que determinadas músicas e determinadas vozes dos anos quarenta exerciam sobre mim. Quando tive idade para começar a gostar de música - e refiro-me à música ligeira - o género era já muito diferente. E intuí que aquele tipo de música ficara gravado nos meus sonos dos primeiros tempos de vida, como uma extensão musical da própria ternura da Mãe.
Frank Sinatra, "Embraceable you" George e Ira Gershwin,1938
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Não há amor como o primeiro

Na primeira página do Diário de Notícias de 6 de Agosto de 1942, numa coluna intitulada "Livros Novos", E.V. fazia a crítica ao romance:
" A legenda editorial informa que este romance foi ' premiado com Menção Honrosa no Concurso do Grémio de Editores e Livreiros, Procura-se um romancista'. Embora a referência pouco valha para a crítica, ela obriga a pressupor, antes da leitura, que vamos encontrar uma obra de mérito.De facto,'Não há amor como o primeiro' não desilude. É uma obra trabalhada com leveza, que indica duas qualidades excelentes: prosa límpida, corrente, bem orquestrada e vôos sedutores de imaginação...Pelo lado puramente romanesco o livro da Srª D. Fernanda de Matos e Silva tem um interesse saliente e apetecível. O enredo prende...
Vaticinamos a 'Não há amor como o primeiro' o o signo da boa estrêla - esperando que ela seja guia e norte nos novos trabalhos da autora".
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João de Almeida Júnior
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