Conto de Fernanda Matos e Silva, publicado n' O Senhor Doutor a 5 de Dezembro de 1936.
Três gerações da família iniciada com João da Cruz David e Silva e Emília Mattos e Silva na pintura, na música e na literatura e poesia.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
...Com os olhos da alma e da memória
«Quando tento olhar para o meu passado, com os olhos da alma e da memória, não vejo um filme mas sim imagens paradas que se sucedem como diapositivos. Momentos parados no tempo. Fotos congeladas em instantes precisos».
---
Texto e fotografia de Emília Mattos e Silva.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Três dez Tostões
Pintura de Fernanda de Mattos e Silva, exposta na Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Etiquetas:
Género,
Pintura de Fernanda Matos e Silva
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Constante procura
«O ser humano precisa de perseguir um sonho. Todos precisamos de desejar atingir um objectivo, longínquo ou mais próximo, para ter razão para viver. É necessário, para que a vida tenha sentido, a constante procura de qualquer coisa no âmbito material ou espiritual (...)»
---
Fotografia e texto de Emília Mattos e Silva.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Uma janela
«O tempo que passa vai deixando em mim as suas marcas. O meu corpo envelheceu e as forças que antes sentia já não são as mesmas. Por dentro, apesar de já não ser exactamente a mesma menina de antigamente, sinto que adquiri mais experiência e saber mas que não envelheci».
---
Fotografia e citação de Emília Matos e Silva.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O Escolhido do seu Coração
Conto de Fernanda Matos e Silva, publicado n' O Senhor Doutor a 18 de Julho de 1936.
---
Uma divertida história com enchidos!
Etiquetas:
Conto de Fernanda Matos e Silva
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Nuvens
Pintura de Emília Mattos e Silva.
---
«O que é a fama? O que é a glória? Acredito que a minha alma é imortal. Para quê querer imortalizar a minha vida terrena?»
---
Emília Mattos e Silva (2009).
---
«O que é a fama? O que é a glória? Acredito que a minha alma é imortal. Para quê querer imortalizar a minha vida terrena?»
---
Emília Mattos e Silva (2009).
Etiquetas:
Emília Matos e Silva,
Paisagem,
pintura de Emília Mattos e Silva
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Auto-retrato de Emília Mattos e Silva II
Gosto muito deste auto-retrato da minha mãe, muito novinha (1970). Um aspecto interessante é que (por trás dela) parece ver-se a pintura de tese, pintada na mesma época.
---
«...como se a paz e a aventura estivessem à espera de um encontro em que o rubro seja a explosão de alegria e o azul o segredo dos anseios contidos».
Excerto do texto de Mário Ferreira Lages, feito para o catalogo da Exposição de Emília Matos e Silva, na SNBA, em 1975.
Excerto do texto de Mário Ferreira Lages, feito para o catalogo da Exposição de Emília Matos e Silva, na SNBA, em 1975.
Etiquetas:
Emília Matos e Silva,
pintura de Emília Mattos e Silva,
Retrato
domingo, 15 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Auto-retrato de Emília Mattos e Silva I
Auto-retrato de Emília Mattos e Silva (2009).
---
http://constanteprocura.blogspot.com
Quarta-feira, 25 de Março de 2009.
---
http://constanteprocura.blogspot.com
Quarta-feira, 25 de Março de 2009.
Etiquetas:
pintura de Emília Mattos e Silva,
Retrato
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mão
---
Este desenho faz-me pensar no valor das mãos como parte importante da caracterização de uma pessoa, sendo quase como um prolongamento do rosto, pela forma como comunicam com o outro, expressando o que vai dentro de nós.
«Les mains et le visage, peut-être les structures plus nobles de l'homme, celles qui le caractérisent sans doute le plus, les structures où la peau est plus fine, la plus mobile, la plus expressive» (Maurice Mimoun).
-
Cf. «Amor» de João Mattos e Silva.
Etiquetas:
Desenho de Emília Matos e Silva
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Afirmações
domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Constelações 1
De todos os fantásticos acasos
acaso foste tu
o mais constante.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
acaso foste tu
o mais constante.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Palavras de Palavras 4
Como as palavras se excedem
nas palavras
o silêncio recolhe-se nos lábios.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
nas palavras
o silêncio recolhe-se nos lábios.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Palavras de palavras 3
sábado, 17 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Desejos 2
Fossem as noites todas
esta noite
das trevas faria um dia aceso.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
esta noite
das trevas faria um dia aceso.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Descobertas 3
Só por ti traço o rumo
que procuro
o astrolábio a bússola
a rota certa
que construo.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
que procuro
o astrolábio a bússola
a rota certa
que construo.
---
Poema de João Mattos e Silva (1986).
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Tinha a vela desfraldada
Tinha a vela desfraldada
e voava.
Por sobre as águas de luz
onde bnhara
o grito sufocado que perdeu
a razão.
Tinha a vela desfraldada e andava.
Frágil batel que se lançara
pelo mar ignorado
dum sonho que era mais
do que leve ilusão.
---
Poema de João Mattos e Silva (1968).
e voava.
Por sobre as águas de luz
onde bnhara
o grito sufocado que perdeu
a razão.
Tinha a vela desfraldada e andava.
Frágil batel que se lançara
pelo mar ignorado
dum sonho que era mais
do que leve ilusão.
---
Poema de João Mattos e Silva (1968).
domingo, 11 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
«Bodegón»
---
«Un bodegón, también conocido como naturaleza muerta, es una obra de arte que representa objetos inanimados, generalmente objetos cotidianos que pueden ser naturales (animales de caza, frutas, flores, comida, plantas, rocas o conchas) o hechos por el hombre (utensilios de cocina, de mesa o de casa, antigüedades, libros, joyas, monedas, pipas, etc.) en un espacio artificial determinado. Esta rama de la pintura se sirve de un exquisito arreglo, encanto colorístico y de una iluminación fina para producir un efecto de serenidad, bienestar y armonía. Con orígenes en la antigüedad y muy popular en el arte occidental desde el siglo XVII, el bodegón dan al artista más libertad de acción en la colocación de elementos de diseño dentro de una composición que otros géneros pictóricos como el paisaje o los retratos. Los bodegones, particularmente antes de 1700, a menudo contenían un simbolismo religioso y alegórico en relación con los objetos que representaban. Algunos bodegones modernos rompen la barrera bidimensional y emplean técnicas mixtas tridimensionales, y usan objetos encontrados, fotografía, gráficas generadas por ordenador, así como sonido y vídeo».
---
Etiquetas:
Natureza Morta,
pintura de Emília Mattos
Subscrever:
Mensagens (Atom)















