terça-feira, 9 de abril de 2019

Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva I

«Margarida de Valois»
«Marie Adélaide de Savoie, Duchesse de Bourgogne, daufine de France»

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Frutos de Outono

Emília Mattos, Natureza Morta (1887)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Crisântemos

Pintura de Fernanda Mattos e Silva.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Em memória de João Matos e Silva (1944-2017)




Momento XV (1968)

Revejo-me num espelho sem contorno,
Sem nada.
O mar silencioso dá-me sempre igual
Uma alma inacabada.



Corrente (1972)

Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.



Quando o tempo vier (1976)

Quando o tempo vier
que seja apenas mar.
Que se abram em flor
os rios rasgando o vento.
Quando o tempo vier
(que venha breve)
saiba dizer amor
em vez de guerra
saiba querer
a serra
em vez de mar.
E venha a tempestade
para ficar.



Palavras de Palavras 4 (1986)

Como as palavras se excedem
nas palavras
o silêncio recolhe-se nos lábios.



Memória (1987)

Na memória se encerra nela se abre
o tempo do que foi do que há-de vir.
Que o poema se chame sua chave.


Descobridores (1997)

Foram porém descendo
costa a costa
a terra. E era virgem
a vaga que roçava
languidamente as naus
e as vidas como a dizer
além além além.

E descobriram areais
apenas abraçados a marés ausentes
grandes silêncios o canto
das sereias e o pulsar da terra
adolescente e pura.

Esta gente que partiu ignota
das praias do Restelo à aventura.



Noivado (2003)

Estão de branco as salinas
e noivam assim puras
com a terra.
O mar na despedida
da emoção
tece de espuma grinaldas
deixadas por pudor
sobre as areias.


Obras Publicadas:

Sem Contorno: Poesia, Lisboa, Edições Excelsior, 1968.
Tempo de Mar Ausente, Lisboa, 1972.
Intemporal, 1976.
Cântico Suspenso, Lisboa, Edições Sílex, 1986.
Memória(s), pref. Mário Cláudio, Átrio, 1987.
Marítimo CaminhoSintra, Editorial Tertúlia, 1997.
Intemporal, Antologia (1968-2003), Universitária Editora, 2003.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Desenho

Desenho de Emília Matos e Silva (1987)

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Flores

Fernanda Matos e Silva (1940)

terça-feira, 12 de junho de 2018

Caminhos

Pinturas de Emília Matos e Silva
-

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Paisagem Rural

Fernanda Mattos e Silva, Sintra (1952)

terça-feira, 10 de abril de 2018

segunda-feira, 12 de março de 2018

Paisagem Urbana III

Aguarela de Emília Matos e Silva (1996)

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Paisagem Urbana I

Emília Matos e Silva, Quinta dos Azulejos, Paço do Lumiar (1985)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Flores

Fernanda Matos e Silva, Vaso com Margaridas (Bellis sylvestris) (aguarela, Maio de 1946)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Paisagem urbana

Desenho de Emília Matos e Silva (não datado)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Aguarela de Fernanda Matos e Silva


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Fernanda Matos e Silva (1961)
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Uma aguarela que a minha avó pintou e ofereceu como prenda de aniversário a um sobrinho dela, que me foi agora oferecida pela filha dele. Presumo que represente uma senhora a vender queijos, mas não tenho a certeza.

domingo, 17 de setembro de 2017

Em Memória de João Matos e Silva (1944-2017)

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Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.
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Poema de João Mattos e Silva (1972).

terça-feira, 12 de setembro de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Concerto em que participaram Fernanda e Mário Matos e Silva

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No Salão do Conservatório de Lisboa, a 7 de Maio de 1922
-


Mário Matos e Silva cantou Lo Schiavo "Sogni d'Amore" de Carlos Gomes e E Canta il Grilo de Vincenzo Billi:


Fernanda Matos e Silva cantou Paolo e Virginia "Era Notte" de Victor Massé e L'Africana "Addió terra Nativa" de Giacomo Meyerbeer.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Memórias de Sintra

Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra (óleo s/tela)

Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra II (2016, óleo s/telas)

terça-feira, 2 de maio de 2017

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Natureza morta

Aguarela de Fernanda Mattos e Silva

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Alfazema

Emília Matos e Silva (2016)

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Retrato

Emília Matos e Silva, Retrato de João Mattos e Silva

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Amoras

Emília Matos e Silva (2016)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Bill

Emília Matos e Silva, Bill (2009)

terça-feira, 12 de abril de 2016

Retrato de Mário Lages por Emília Matos e Silva

Emília Matos e Silva, Retrato de Mário Lages (2016, Universidade Católica, Lisboa)
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Sobre Mário Lages (1936-2015), cf. Diafanias do mundo: homenagem a Mário Lages

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Paisagem de Sintra

Alda Mattos e Silva, Sintra (Setembro de 1955)

segunda-feira, 9 de março de 2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

terça-feira, 3 de março de 2015

segunda-feira, 2 de março de 2015