Aguarelas de Emília Matos e Silva, 2021.
Três gerações da família iniciada com João da Cruz David e Silva e Emília Mattos e Silva na pintura, na música e na literatura e poesia.
domingo, 7 de fevereiro de 2021
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
domingo, 17 de janeiro de 2021
Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva VI
Desenho de Alda Matos e Silva, La Champmeslé, a partir do retrato de Marie Champmeslé.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
domingo, 15 de novembro de 2020
domingo, 13 de setembro de 2020
Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva IV
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Desenho de Alda Matos e Silva Marinha, a partir do retrato de Johann Zoffany, Elizabeth Farren as Hermione in The Winters Tale (c. 1780, National Gallery of Victoria).
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Desenho de Alda Mattos e Silva Marinha,
Retrato
domingo, 5 de julho de 2020
sexta-feira, 22 de maio de 2020
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
«Mar», de Emília Matos e Silva
No Centro Cívico Edmundo Pedro, até 2 de Março.
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Madre II (1997)
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Vagas (2020)
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Maré (2020)
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Demanda II (2020)
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Demanda I (2020)
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Redes (2019)
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Sem Título (2019)
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Regresso (2019)
segunda-feira, 27 de maio de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Em memória de João Matos e Silva (1944-2017)
Momento XV (1968)
Revejo-me num espelho sem contorno,
Sem nada.
O mar silencioso dá-me sempre igual
Uma alma inacabada.
✜
Corrente (1972)
Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.
✜
Quando o tempo vier (1976)
Quando o tempo vier
que seja apenas mar.
Que se abram em flor
os rios rasgando o vento.
Quando o tempo vier
(que venha breve)
saiba dizer amor
em vez de guerra
saiba querer
a serra
em vez de mar.
E venha a tempestade
para ficar.
✜
✜
Palavras de Palavras 4 (1986)
Como as palavras se excedem
nas palavras
o silêncio recolhe-se nos lábios.
✜
Memória (1987)
Na memória se encerra nela se abre
o tempo do que foi do que há-de vir.
Que o poema se chame sua chave.
✜
✜
Descobridores (1997)
Foram porém descendo
costa a costa
a terra. E era virgem
a vaga que roçava
languidamente as naus
e as vidas como a dizer
além além além.
E descobriram areais
apenas abraçados a marés ausentes
grandes silêncios o canto
das sereias e o pulsar da terra
adolescente e pura.
Esta gente que partiu ignota
das praias do Restelo à aventura.
✜
✜
Noivado (2003)
Estão de branco as salinas
e noivam assim puras
e noivam assim puras
com a terra.
O mar na despedida
da emoção
tece de espuma grinaldas
deixadas por pudor
sobre as areias.
✜
✜
Obras Publicadas:
Sem Contorno: Poesia, Lisboa, Edições Excelsior, 1968.
Tempo de Mar Ausente, Lisboa, 1972.
Intemporal, 1976.
Cântico Suspenso, Lisboa, Edições Sílex, 1986.
Memória(s), pref. Mário Cláudio, Átrio, 1987.
Marítimo Caminho, Sintra, Editorial Tertúlia, 1997.
Intemporal, Antologia (1968-2003), Universitária Editora, 2003.
Intemporal, Antologia (1968-2003), Universitária Editora, 2003.
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João Mattos e Silva,
Poema de João Mattos e Silva
terça-feira, 4 de setembro de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
terça-feira, 12 de junho de 2018
segunda-feira, 7 de maio de 2018
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 12 de março de 2018
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Aguarela de Fernanda Matos e Silva
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Fernanda Matos e Silva (1961)
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Uma aguarela que a minha avó pintou e ofereceu como prenda de aniversário a um sobrinho dela, que me foi agora oferecida pela filha dele. Presumo que represente uma senhora a vender queijos, mas não tenho a certeza.
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Pintura de Fernanda Matos e Silva
domingo, 17 de setembro de 2017
Em Memória de João Matos e Silva (1944-2017)
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Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.
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Poema de João Mattos e Silva (1972).
terça-feira, 12 de setembro de 2017
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Concerto em que participaram Fernanda e Mário Matos e Silva
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No Salão do Conservatório de Lisboa, a 7 de Maio de 1922
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Mário Matos e Silva cantou Lo Schiavo "Sogni d'Amore" de Carlos Gomes e E Canta il Grilo de Vincenzo Billi:
Fernanda Matos e Silva cantou Paolo e Virginia "Era Notte" de Victor Massé e L'Africana "Addió terra Nativa" de Giacomo Meyerbeer.
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Mário Mattos e Silva,
Música
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Memórias de Sintra
Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra (óleo s/tela)
Emília Matos e Silva, Memórias de Sintra II (2016, óleo s/telas)
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pintura de Emília Mattos e Silva
terça-feira, 2 de maio de 2017
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