domingo, 27 de março de 2022

Marinha

Aguarela de Emília Matos e Silva.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Pintura de Emília Matos e Silva

 
Emília Matos e Silva, Sem Título (2019)

domingo, 16 de janeiro de 2022

Retratos


Emília Matos e Silva, Retratos de João Almeida Júnior e Fernanda Matos e Silva de Almeida (final da década de 1960)

sábado, 1 de janeiro de 2022

«Sorrio à beira-Tejo»

Sorrio à beira-Tejo
que à beira mar não rio
o mar perdido além
em devaneios. No cais
procuro em águas apartadas
pelo sulco dos barcos o sonho
em que não vou. Além
em volta do Bugio as gaivotas
descrevem baixos voos
que o céu anuncia tempestade.
Pelas vielas de Alfama
me desdobro em guitarradas
de amor pela cidade.
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João Mattos e Silva

domingo, 21 de novembro de 2021

Exposição «Raízes», de Emília Matos e Silva

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Exposição de Emília Matos e Silva, «Raízes», na Casa da Comarca da Sertã (Olivais), até dia 21 de Dezembro de 2021.

domingo, 18 de julho de 2021

Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva VII

Desenho de Alda Matos e Silva, Retrato de D. Catarina de Bragança, segundo o retrato da National Portrait Gallery, Londres (datado de 1660-1661).

domingo, 6 de junho de 2021

Em busca dos antepassados Conceição Silva I

«Eduardo Conceição Silva & Irmão», in Fundação Mário Soares.
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Muito embora seja um ramo da família não relacionado com as artes, darei aqui início a uma pesquisa, por mera curiosidade pessoal, sobre os irmãos Conceição Silva, fundadores da Fábrica de Santo Amaro ou do Calvário (ou Fábrica Nacional de Bolachas e Biscoitos), de Eduardo Conceição Silva & Irmão. 
Eduardo Conceição e Silva nasceu em 1842 e faleceu em 1883, filho de Januário Conceição e Silva e de Rosa Luísa Pessoa. Era irmão de João da Cruz e Silva (1840-1917), de Margarida Conceição e Silva (minha trisavó), António Sebastião e Silva, Francisco da Conceição e Silva e tinha mais cinco irmãs: Madalena, Custódia, Delfina, Rosa e Maria da Conceição. 
Foi Francisco (também meu tio-trisavô) (nascido a 27 de Julho de 1852, em Pedrógão Pequeno, e falecido a 8 de Fevereiro de 1911) quem encomendou a Henri Lusseau o Palacete situado na Avenida da Liberdade, iniciado em 1891. 
Francisco Conceição e Silva foi fundador da Companhia Fabril Lisbonense, director das Companhias de Seguros Universal e Lusitana e da Empresa de Recreios de Lisboa, proprietário da Fábrica de Bolachas e da fábrica de massas A Napolitana e director de duas fábricas de algodão. Foi, com seus irmãos Eduardo e João, grande benemérito em Pedrógão Pequeno, onde restauraram (em 1902) a capela e caminhos de Nossa Senhora da Confiança e a canalização de águas dentro da vila, distribuída por fontenários.
A Fábrica de Santo Amaro ficava na Rua de Santo Amaro, nas antigas cocheiras do Palácio Real do Calvário, sendo o espaço adquirido por Eduardo e Francisco, à Casa de Bragança, em 1878. Em 1901, era ainda uma das principais produtoras de trigo, em Portugal. Tinha depósito na Rua da Prata (210-212), na Rua Direita de Belém (139-140), filiais no Porto e Viana do Castelo, e um depositário em Braga. 
Após o falecimento de Francisco Conceição e Silva, em 1911, a Fábrica foi adquirida pela Companhia Industrial de Portugal e Colónias, herdada por Augusto Serra e Costa. Foi nesta altura que terminou a sua laboração, sendo o espaço vendido à Sociedade Promotora de Educação Popular (fundada em 1904), que, em 1911, se mudou para o edifício.
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Bibl. José Alberto do Couto Pereira, «Um Século de Moagem em Portugal de 1821 a 1920», pp. 271-283, 5294.pdf; Ana Marques Pereira, «Assobia-lhe às botas», in Garfadas on line, 16 de Setembro de 2016.

domingo, 7 de março de 2021

Paisagem

Emília Matos e Silva, Rio Zêzere (acrílico, 2021)

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Lisboa

 Aguarelas de Emília Matos e Silva, 2021.


terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Rosas

 Aguarelas de Emília Matos e Silva, 2021.


domingo, 17 de janeiro de 2021

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Paisagem

Aguarela de Emília Matos e Silva (2020)

 

domingo, 15 de novembro de 2020

Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva V

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Desenho de Alda Matos e Silva, a partir do retrato de 
Sarah Bernhardt por Georges Clairin (1876)

domingo, 13 de setembro de 2020

Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva IV

 
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Desenho de Alda Matos e Silva Marinha, a partir do retrato de Johann Zoffany, Elizabeth Farren as Hermione in The Winters Tale (c. 1780, National Gallery of Victoria).

sexta-feira, 22 de maio de 2020

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

«Mar», de Emília Matos e Silva

No Centro Cívico Edmundo Pedro, até 2 de Março.
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Madre II (1997)
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Vagas (2020)
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Maré (2020)
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Demanda II (2020)
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Demanda I (2020)
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Redes (2019)
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Sem Título (2019)
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Regresso (2019)

terça-feira, 9 de abril de 2019

Álbum de desenhos de Alda Matos e Silva I

«Margarida de Valois»
«Marie Adélaide de Savoie, Duchesse de Bourgogne, daufine de France»

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Frutos de Outono

Emília Mattos, Natureza Morta (1887)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Crisântemos

Pintura de Fernanda Mattos e Silva.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Em memória de João Matos e Silva (1944-2017)




Momento XV (1968)

Revejo-me num espelho sem contorno,
Sem nada.
O mar silencioso dá-me sempre igual
Uma alma inacabada.



Corrente (1972)

Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.



Quando o tempo vier (1976)

Quando o tempo vier
que seja apenas mar.
Que se abram em flor
os rios rasgando o vento.
Quando o tempo vier
(que venha breve)
saiba dizer amor
em vez de guerra
saiba querer
a serra
em vez de mar.
E venha a tempestade
para ficar.



Palavras de Palavras 4 (1986)

Como as palavras se excedem
nas palavras
o silêncio recolhe-se nos lábios.



Memória (1987)

Na memória se encerra nela se abre
o tempo do que foi do que há-de vir.
Que o poema se chame sua chave.


Descobridores (1997)

Foram porém descendo
costa a costa
a terra. E era virgem
a vaga que roçava
languidamente as naus
e as vidas como a dizer
além além além.

E descobriram areais
apenas abraçados a marés ausentes
grandes silêncios o canto
das sereias e o pulsar da terra
adolescente e pura.

Esta gente que partiu ignota
das praias do Restelo à aventura.



Noivado (2003)

Estão de branco as salinas
e noivam assim puras
com a terra.
O mar na despedida
da emoção
tece de espuma grinaldas
deixadas por pudor
sobre as areias.


Obras Publicadas:

Sem Contorno: Poesia, Lisboa, Edições Excelsior, 1968.
Tempo de Mar Ausente, Lisboa, 1972.
Intemporal, 1976.
Cântico Suspenso, Lisboa, Edições Sílex, 1986.
Memória(s), pref. Mário Cláudio, Átrio, 1987.
Marítimo CaminhoSintra, Editorial Tertúlia, 1997.
Intemporal, Antologia (1968-2003), Universitária Editora, 2003.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Desenho

Desenho de Emília Matos e Silva (1987)

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Flores

Fernanda Matos e Silva (1940)

terça-feira, 12 de junho de 2018

Caminhos

Pinturas de Emília Matos e Silva
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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Paisagem Rural

Fernanda Mattos e Silva, Sintra (1952)

terça-feira, 10 de abril de 2018

segunda-feira, 12 de março de 2018

Paisagem Urbana III

Aguarela de Emília Matos e Silva (1996)


Quinta do Alperce, Alameda Afonso Henriques em Lisboa

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Paisagem Urbana I

Emília Matos e Silva, Quinta dos Azulejos, Paço do Lumiar (1985)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Flores

Fernanda Matos e Silva, Vaso com Margaridas (Bellis sylvestris) (aguarela, Maio de 1946)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Paisagem urbana

Desenho de Emília Matos e Silva (não datado)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Aguarela de Fernanda Matos e Silva


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Fernanda Matos e Silva (1961)
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Uma aguarela que a minha avó pintou e ofereceu como prenda de aniversário a um sobrinho dela, que me foi agora oferecida pela filha dele. Presumo que represente uma senhora a vender queijos, mas não tenho a certeza.

domingo, 17 de setembro de 2017

Em Memória de João Matos e Silva (1944-2017)

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Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.
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Poema de João Mattos e Silva (1972).

terça-feira, 12 de setembro de 2017